O ministro mais apagado e desprestigiado do governo Lula, o socialista oportunista Márcio França, titular do Ministério da Microempresa, impôs condições para ser o candidato da “esquerda” na disputa pelo governo de São Paulo em 2026.
O Micro Ministro Márcio França, que já foi chamado pelo ex-governador João Doria de “Márcio Cubas” em 2018, nas eleições para o governo de São Paulo, por sua ligação que ele tentava esconder com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), e apelidado de “BolsoFrança” por Guilherme Boulos na eleição de 2020 para a Prefeitura de São Paulo, quando, mesmo filiado ao PSB, queria o apoio da extrema-direita de Jair Bolsonaro, agora quer ser candidato da esquerda e fazer palanque para Lula em 2026.
Com os votos que recebeu em 2018 como candidato contra João Doria, conseguiu disputar a Prefeitura de São Paulo em 2020 sem apoio da esquerda. Apesar de ser do PSB, de Miguel Arraes, todos sabem que ele é um socialista oportunista, carreirista e negociador de espaços públicos para ele e toda a sua família. Não deu certo e acabou perdendo mais uma eleição em apenas dois anos.
Em 2022, “vendeu” novamente caro esses votos contra Doria, que nunca foram seus, e colocou sua esposa, Lúcia França, como vice de Fernando Haddad na disputa pelo governo do estado. Renunciou à sua candidatura e tentou uma vaga no Senado Federal na chapa vencedora do presidente Lula.
Sua mulher perdeu a eleição como vice de Fernando Haddad sem nunca aparecer no palanque ao lado do seu candidato. Já Márcio França ficou à deriva e levou uma surra do astronauta Marcos Pontes, com três milhões de votos de diferença na corrida ao Senado. Passando vergonha em todo litoral paulista, perdendo em 7 das 9 cidades da Baixada Santista, seu curral eleitoral. Foi sua terceira derrota eleitoral consecutiva em quatro anos.
Agora, em 2025, depois de participar desde 2023 do governo Lula, sem prestígio e sem apresentar nenhuma ação relevante, o socialista oportunista Márcio França tenta novamente a mesma estratégia que virou corriqueira: quer ser mais uma vez candidato a qualquer cargo.
Usará os mesmos subterfúgios. Sairá candidato até ser excluído do pleito de 2026. Tentará, como sempre, colocar sua esposa Lúcia França como vice de alguém, como em 2022 de Haddad , ou como vice de Tabata Amaral, em 2024. Não se deve duvidar de nada que esse político oportunista possa fazer. Márcio França é um exímio articulador de seus próprios interesses.
Hoje, Márcio França se autodenomina candidato da esquerda ao governo de São Paulo. Segundo o jornal O Globo,
“Ele concorre também ao título de ministro mais apagado do governo”.
Mesmo assim, impôs condições para ser um eventual palanque de Lula em 2026.
A arrogância e prepotência de Márcio França são proporcionais ao seu tamanho. Ele já saiu atirando no próprio governo ressaltou O Globo:
“A primeira exigência é que Rui Costa, ministro da Casa Civil, teria que destravar os seus projetos no Ministério da Microempresa e a segunda é que o PT precisa negociar espaços em São Paulo para que ele possa dar largada à sua campanha”
Pretensioso, Márcio França quer oferecer em troca dessa sua ilusão à toa o que ele acredita ter, mas que todos sabem que não tem: votos. Ele não admite, mas a soma dos números que ele teve em 2018, e que coloca na mesa para negociações, são dos eleitores que não desejavam João Doria, não dos que queriam Márcio França.
“Eu tenho o desejo de me candidatar a governador, mas ainda não tive nenhuma conversa com o presidente Lula sobre isso”
Disse Márcio França ao jornal Valor, no dia 24 de março.
No entanto, dentro do próprio PSB há ceticismo quanto às chances de França chegar a um segundo turno contra o atual governador, Tarcísio de Freitas, ressalta o jornalista Fabio Murakawa, do Valor.
A verdade é que, se o presidente Lula optar por outro candidato, deverá arrumar um cargo para o socialista oportunista Márcio França, assim como fez agora no desconhecido Ministério da Microempresa. Caso contrário, com França como candidato da esquerda ao Palácio dos Bandeirantes, a derrota de Lula e do PT será retumbante na disputa pelo governo do Estado de São Paulo em 2026.
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